Exames
Exames

Nome ou indicação do exame:
FALCIZAÇÃO - Teste
Nome do exame: FALCIZAÇÃO - Teste
Indicação Médica do Exame: ,
Preparo do Paciente Se o exame não for realizado no mesmo dia, manter a amostra refrigerada, até no máximo 24 horas entre 4 a 8 graus Celsius (sem contato com gelo).
Tipos de amostra sangue total com EDTA
Significado Clínico Uso: diagnóstico diferencial de anemias hemolíticas; detecção de hemoglobinopatias associadas à doença falciforme. O fenômeno falciforme diz respeito à deformação na morfologia do eritrócito, devido à presença de hemoglobinas anormais (em especial a HbS; HbI, HbBart, HbC-Georgetown, HbAlexandra, HbC-Harlem, Hb-PortoAlegre, HbMemphis/S, HbC-ziguinchor e HbS-Travis também estão associadas a falcização). A amostra é submetida à redução em vitro; em caso de positividade os eritrócitos assumirão a conformação falciforme. A presença do fenômeno da falcização não é diagnóstica definitiva para a anemia falciforme/traço falciforme, sendo necessária a confirmação pelo estudo específico das hemoglobinas
Valor de Referência Negativo
FATOR ANTI-NUCLEAR (FAN)
Nome do exame: FATOR ANTI-NUCLEAR (FAN)
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico de doenças autoimunes sistêmicas ou reumáticas. A interpretação dos resultados deverá sempre ser levado em consideração os títulos e os padrões encontrados. Um FAN positivo não é necessariamente diagnóstico de patologia, principalmente quando os títulos são baixos ( < 1:80) bem como resultados negativos também não são necessariamente associados à normalidade. Os padrões de fluorescência geralmente indicam o grupo de antígenos nucleares envolvidos, indicando posterior investigação ou associação patológica. Os padrões encontrados podem ser: homogêneo, nucleolar, salpicado, citoplasmático, periférico e centromérico. O estabelecimento destes padrões é geralmente seguido pela determinação mais específica dos anticorpos contra os antígenos a eles associados (ver tabela I). O Hep-2 é encarado como o melhor substrato no presente em virtude de fornecer melhor sensibilidade e virtualmente todos os antígenos nucleares possíveis, ao invés de cortes e imprints de rato e macaco, por exemplo.São considerados de importância clínica resultados superiores a 1:80. Resultados reagentes são associados a lupus eritematoso sistêmico, síndrome de Sjögren, esclerodermia, artrite reumatóide, artrite reumatóide juvenil, lupus discóide, vasculite necrosante, hepatite crônica ativa, fibrose intestinal pulmonar, pneumoconiose e tuberculose. Algumas drogas podem estar associadas ao desenvolvimento de FAN positivo, como procainamida, hidralazina, fenotiazinas, difenilhidantoína, isoniazida, quinidina, entre outros, com títulos detectáveis por meses e até anos após a interrupção de sua administração. Tabela I - diferentes padrões e possíveis antígenos a eles associados. Padrão:
Preparo do Paciente Jejum não obrigatório. Hemólise atua como interferente. Há drogas que podem induzir formação de anticorpos anti-nucleares e síndrome semelhante ao lupus eritematoso, como procainamida, hidralazina, anticonvulsivantes, alfa metil dopa e penicilinas
Tipos de amostra soro
Significado Clínico Homogêneo dsDNA, ssDNA, dRNP, histonas (lupus eritematoso sistêmico, doenças do tecido conjuntivo, lupus induzido por drogas). Salpicado Sm, U1-nRNP, U2-nRNP, SSA, SSB, PCNA, matriz nuclear, centrômero, coilina p80, PBC-95, Mi-2 (LES, doença mista do tecido conjuntivo, doença de Raynaud, esclerodermia, polimiosite, síndrome de Sjögren, dermatomiosite). Nucleolar Fibrilarina, NOR-90, B23, RNApolI, PM/Scl, Ku, Scl-70, To/Th, Ki/SL, SRP (esclerodermia, hipertensão pulmonar, carcinoma hepatocelular, LES, doenças do tecido conjuntivo, doença de Raynaud, polimiosite, síndrome de Sjögren). Periférico NuMA, HKSP, laminina (síndrome de Sjögren, doenças do tecido conjuntivo, LES, hepatite autoimune ativa, artrite não erosiva). Citoplasmático RNP citoplasmática, Jo-1, PL7, PL12, mitocôndria, centríolo, centrômero, complexo de Golgi (LES, polimiosite, doença pulmonar intersticial, esclerodermia, cirrose biliar primária, doenças do tecido conjuntivo, síndrome de Raynaud, síndrome de Sjögren, degeneração cerebelar).
Valor de Referência Não reagente
FATOR DE RISCO DE ENFARTO (ACE)
Nome do exame: FATOR DE RISCO DE ENFARTO (ACE)
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente Sangue total com EDTA
Tipos de amostra sangue total com EDTA
Significado Clínico Indivíduos com genótipo "DD" (sem outros fatores de risco tradicionais, como hiperlipidemia ou obesidade), possuem risco 3,2 vezes maior de desenvolver infarto do miocárdio, quando comparados com aqueles que tem o genótipo "II". Indivíduos com o genótipo "ID" possuem risco intermediário. Este polimorfismo, herdado de maneira mendeliana, pode ser relacionado com cerca de 8% dos casos de infarto na população
Valor de Referência Genotipo 'DD', 'II' e 'ID'.
FATOR DE von WILLEBRAND
Nome do exame: FATOR DE von WILLEBRAND
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico da doença de von Willebrand (em conjunto com outros dados clínicos e laboratoriais). O fator de von Willebrand (vWf) consiste em um grupo de proteínas multiméricas de tamanho e conformação protéica variados, que podem estar circulantes no sangue na forma ativa ou inativa. Sua síntese ocorre em megacariócitos e células endoteliais, e sua função está relacionada ao carreamento do fator VIII e à formação de uma ponte entre o colágeno e as plaquetas (no processo de adesão plaquetária e disseminação das plaquetas na região subendotelial). Sua deficiência primária ou secundária ou mesmo funcional está associada a distúrbios de sangramento leves ou severos, dependente da origem.
Preparo do Paciente Coletar sangue total com citrato de sódio 3,2, separar o plasma e congelar.(enviar congelado)
Tipos de amostra plasma citratado
Significado Clínico Os sintomas clínicos podem ser por vezes confundidos com o quadro de hemofilia, o que salienta a necessidade de um diagnóstico preciso. É possível quantificar o vWf por técnicas imunométricas ou indiretamente pela agregação plaquetária alterada com o uso de ristocetina.
Valor de Referência 60% a 150%
FATOR DU
Nome do exame: FATOR DU
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente Jejum não obrigatório.
Tipos de amostra sangue total com EDTA
Significado Clínico Uso: determinação confirmatória de tipagens sanguíneas Rh negativas. A tipagem do fator Du (ou "Rh fraco") era justificada quando os reagentes para a tipagem do fator Rh permitiam a expressão de resultados suspeitos em pacientes (algumas expressões Rh eventualmente não reagiam in vitro com alguns reagentes do mercado). Nas últimas décadas, com o uso de reagentes mais purificados e específicos (geralmente monoclonais), a maioria dos autores e também as recomendações oficiais de trabalho recomendam o seu abandono, embora possa servir como um confirmador em casos Rh negativo
Valor de Referência Confirmatório em casos de Rh negativos
FATOR II
Nome do exame: FATOR II
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico de estados congênitos ou adquiridos de deficiência de fatores. Monitoramento da terapia com a administração de concentrado de protromiba
Preparo do Paciente Coletar plasma citratado. Jejum obrigatório. Podem atuar como interferentes anticoagulantes orais, antibióticos, contraceptivos orais. Realizar o exame em até 2 horas após a coleta ou manter o plasma congelado. ( transporte congelado)
Tipos de amostra plasma citratado
Significado Clínico .
Valor de Referência 70 a 120%
FATOR IX
Nome do exame: FATOR IX
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico de deficiência do fator IX em avaliações de quadros de sangramento. O fator IX é uma proteína da coagulação produzida no fígado, vitamina K dependente, que ativa o fator X na presença do fator VIII, fosfolipídios e íons de cálcio, levando à produção de trombina e à formação de um coágulo de fibrina. Valores diminuídos: hemofilia B (Christmas disease, embora alguns quadros da doença sejam causados por moléculas anormais, e não por níveis diminuídos), hemodiluição, deficiência de vitamina K, inibidores adquiridos específicos (p. ex. autoanticorpos antifator IX) ou a outros componentes da cascata da coagulação (p. ex. lupus anticoagulante)
Preparo do Paciente Jejum obrigatório. Coletar plasma citratado. Podem atuar como interferentes anticoagulantes orais, antibióticos, contraceptivos orais. Realizar o exame em até 2 horas após a coleta. Material enviado ao Lab. - amostra congelada - em gelo seco.
Tipos de amostra plasma citratado
Significado Clínico A hemofilia B pode apresentar-se sob diversos graus de severidade cínica e com diferentes resultados de Fator IX.
Valor de Referência 50 a 150 %
FATOR REUMATÓIDE
Nome do exame: FATOR REUMATÓIDE
Indicação Médica do Exame: Uso: marcador adicional no diagnóstico e avaliação de poliartrites inflamatórias. Fator reumatóide (FR) é o termo empregado para definir autoanticorpos humanos com especificidade para a porção Fc de moléculas de IgG. Estes são usualmente da classe IgM, mas é possível sua presença na forma IgA ou IgG. Estão presentes no soro da maioria dos pacientes com artrite reumatóide, tanto que a presença do fator reumatóide é um dos critérios incluídos no escore diagnóstico de artrite reumatóide do Colégio Americano de Reumatologia, por exemplo. A simples presença de positividade para FR não é diagnóstico de artrite reumatóide: são necessários outros sinais para o estabelecimento deste diagnóstico. Indivíduos idosos, em especial mulheres, podem apresentar títulos significativos de FR sem a presença de artrite reumatóide. Algumas neoplasias de células B, como mieloma múltiplo, macroglobulinemia de Waldenstron e linfomas, além de leucemia linfocítica crônica podem apresentar títulos significativos de FR.
Preparo do Paciente Jejum obrigatório
Tipos de amostra soro
Significado Clínico A presença de títulos mais altos de FR pode ser considerada como marcador prognóstico e de severidade da patologia. É possível o desaparecimento destes títulos, bem como a flutuação dos mesmos com o andamento do tratamento ou progressão da doença autoimune. Outras patologias associadas à presença de títulos significativos de FR são: síndrome de Sjögren, lupus eritematoso sistêmico, esclerodermia, dermatomiosite, mononucleose infecciosa, sífilis, tuberculose, hepatites virais, endocardites bacterianas, lepra, sarcoidose, leishmaniose e malária.
Valor de Referência Não Reagente : Até 20,0 UI/mL
FATOR V DA COAGULAÇÃO
Nome do exame: FATOR V DA COAGULAÇÃO
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico específico de deficiência congênita de fator V da coagulação. O fator V é uma glicoproteína vitamina-K dependente sintetizada no fígado. É parte do complexo conversor de protrombina, atuando na via extrínseca da coagulação. Especificamente este é um fator que acelera a conversão de protrombina para trombina. A deficiência de fator V é uma condição herdada, autossômica recessiva que ocorre com igual freqüência em homens e mulheres
Preparo do Paciente Jejum de 4 horas - Plasma citratado, enviar 2,0 mL de plasma congelado.
Tipos de amostra plasma citratado
Significado Clínico Os sintomas podem ser leves a severos e incluem arroxeamento fácil, freqüente epistaxe, menorragia, e sangramento prolongado após episódios traumáticos, incluindo procedimentos cirúrgicos e odontológicos. Valores aumentados: sem significado clínico. Valores diminuídos: deficiência de alfa-globulina, coagulação intravascular disseminada, deficiência de fator V, inibidores circulantes do fator V, fibrinogenólise, doença hepática, deficiência de fator lábil, leucemia (aguda), parahemofilia, estados pós-operatórios, deficiência de pró-acelerina, terapia radioativa. Interferentes: medicamentos (ansindiona, bis-hidroxicumarina, dicumarínicos, warfarina sódica).
Valor de Referência 70 a 130%
FATOR V DE LEIDEN - Detecção de mutações
Nome do exame: FATOR V DE LEIDEN - Detecção de mutações
Indicação Médica do Exame: Uso: detecção da mutação de Leiden no gene do fator V da coagulação, levando em consideraçao o quadro de risco aumentado de trombose venosa. O fator V de Leiden é resultado de uma mutação no gene do fator V em um dos sítios de clivagem da proteína C ativada no fator V ativado. Desta forma, uma via anticoagulante fisiológica fica alterada, resultando em um estado de hipercoagulabilidade. Indivíduos heterozigotos para o fator V de Leiden apresentam risco levemente elevado para o aparecimento de tromboses venosas, enquanto que homozigotos apresentam risco bem maior.
Preparo do Paciente Coletar 5,0 mL de sangue total com EDTA. Não congelar a amostra . Enviar refrigerada
Tipos de amostra sangue total com EDTA
Significado Clínico O teste é realizado em pacientes com história familiar de trombose venosa, especialmente em situações pré-cirúrgicas ou quando do uso de contraceptivos orais.
Valor de Referência Ausência da mutação (homozigoto normal)
FATOR V LEIDEN/MUTAÇÃO DA PROTROMBINA
Nome do exame: FATOR V LEIDEN/MUTAÇÃO DA PROTROMBINA
Indicação Médica do Exame: Uso: detecção da mutação de Leiden no gene do fator V da coagulação, levando em consideraçao o quadro de risco aumentado de trombose venosa. O fator V de Leiden é resultado de uma mutação no gene do fator V em um dos sítios de clivagem da proteína C ativada no fator V ativado. Desta forma, uma via anticoagulante fisiológica fica alterada, resultando em um estado de hipercoagulabilidade. Indivíduos heterozigotos para o fator V de Leiden apresentam risco levemente elevado para o aparecimento de tromboses venosas, enquanto que homozigotos apresentam risco bem maior.
Preparo do Paciente Coletar 5,0 mL de sangue total com EDTA. Não congelar a amostra . Enviar refrigerada .
Tipos de amostra sangue total com EDTA
Significado Clínico O teste é realizado em pacientes com história familiar de trombose venosa, especialmente em situações pré-cirúrgicas ou quando do uso de contraceptivos orais.
Valor de Referência wt/wt : genótipo normal (homozigoto normal)
FATOR VII
Nome do exame: FATOR VII
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente Coletar plasma citratado. Jejum obrigatório. Podem atuar como interferentes anticoagulante heparina, pinefrina, contraceptivos orais, estreptoquinase. Realizar o exame em até 2 horas após a coleta. Amostra enviada ao Lab. -> congelada - em gelo seco
Tipos de amostra plasma citratado
Significado Clínico .
Valor de Referência 60 a 140 %
FATOR X
Nome do exame: FATOR X
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico de deficiência do fator IX em avaliações de quadros de sangramento. O fator IX é uma proteína da coagulação produzida no fígado, vitamina K dependente, que ativa o fator X na presença do fator VIII, fosfolipídios e íons de cálcio, levando à produção de trombina e à formação de um coágulo de fibrina.
Preparo do Paciente Jejum obrigatório. Coletar plasma citratado. Podem atuar como interferentes anticoagulantes orais, antibióticos, contraceptivos orais. Realizar o exame em até 2 horas após a coleta. Material enviado ao Lab. - amostra congelada - em gelo seco
Tipos de amostra plasma citratado
Significado Clínico Valores diminuídos: hemofilia B (Christmas disease, embora alguns quadros da doença sejam causados por moléculas anormais, e não por níveis diminuídos), hemodiluição, deficiência de vitamina K, inibidores adquiridos específicos (p. ex. autoanticorpos antifator IX) ou a outros componentes da cascata da coagulação (p. ex. lupus anticoagulante). A hemofilia B pode apresentar-se sob diversos graus de severidade cínica e com diferentes resultados de Fator IX.
Valor de Referência 70 a 120%
FATOR XI
Nome do exame: FATOR XI
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente Coletar plasma citratado. Jejum obrigatório. Podem atuar como interferentes anticoagulantes orais, antibióticos, contraceptivos orais. Realizar o exame em até 2 horas após a coleta ou enviar congelado para LABEX
Tipos de amostra plasma citratado
Significado Clínico Uso: diagnóstico de deficiência do fator XIII em avaliações de quadros de sangramento
Valor de Referência 70 a 130 %
FATOR XII
Nome do exame: FATOR XII
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente Coletar plasma citratado. Jejum obrigatório. Podem atuar como interferentes anticoagulantes orais, antibióticos, contraceptivos orais. Realizar o exame em até 2 horas após a coleta ou congelar a amostra
Tipos de amostra plasma citratado
Significado Clínico Uso: diagnóstico de deficiência do fator XIII em avaliações de quadros de sangramento.
Valor de Referência 70 a 130 %
Fenciclidina
Nome do exame: Fenciclidina
Indicação Médica do Exame: Uso :Monitoramento do uso de Anfetamina. Controle de alguns medicamentos utilizados para regime de emagrecimento possuem anfetaminas em quantidade suficiente para positivar o teste.
Preparo do Paciente Conforme orientação médica
Tipos de amostra urina
Significado Clínico A detecção do uso da droga depende de vários fatores: Usuário (pesado/crônico ou ocasional/agudo) Tipo de droga e dose utilizada Fatores fisiologicos individuais: condições físicas, idade, alimentação e quantidade de líqüido ingerido
Valor de Referência Negativo
FENILALANINA - PKU
Nome do exame: FENILALANINA - PKU
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico da fenilcetonúria. A fenilcetonúria (PKU) é uma doença genética autossômica recessiva que decorre da deficiência ou ausência da enzima fenilalanina hidroxilase, que atua sobre a fenilalanina, causando o acúmulo deste aminoácido no sangue das pessoas afetadas.
Preparo do Paciente Coleta-se sangue por punção (lanceta), da região calcanhar, goteja-se o sangue em papel filtro (Schleicher & Schuell) deixa secar, envolver em papel alumínio
Tipos de amostra papel filtro - sangue
Significado Clínico A doença, se não diagnosticada de imediato, pode acarretar grave retardamento mental nos indivíduos portadores. Ver Teste do Pezinho - Perfil 0
Valor de Referência Inferior a 3,5 mg/dL
FENILALANINA PLASMÁTICA
Nome do exame: FENILALANINA PLASMÁTICA
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente JEJUM MÍNIMO 8 HORAS . Coletar plasma heparinizado, congelar amostra
Tipos de amostra Plasma heparinizado
Significado Clínico Uso: diagnóstico da fenilcetonúria. A fenilcetonúria (PKU) é uma doença genética autossômica recessiva que decorre da deficiência ou ausência da enzima fenilalanina hidroxilase, que atua sobre a fenilalanina, causando o acúmulo deste aminoácido no sangue das pessoas afetadas. A doença, se não diagnosticada de imediato, pode acarretar grave retardamento mental nos indivíduos portadores
Valor de Referência Recém-Nato : 0,6 a 3,0 mg/dL
FENILCETONÚRIA (Pesquisa)
Nome do exame: FENILCETONÚRIA (Pesquisa)
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico da fenilcetonúria. A fenilcetonúria (PKU) é uma doença genética autossômica recessiva que decorre da deficiência ou ausência da enzima fenilalanina hidroxilase, que atua sobre a fenilalanina, causando o acúmulo deste aminoácido no sangue das pessoas afetadas.
Preparo do Paciente JEJUM MÍNIMO 8 HORAS . Coletar plasma heparinizado, congelar amostra
Tipos de amostra urina
Significado Clínico A doença, se não diagnosticada de imediato, pode acarretar grave retardamento mental nos indivíduos portadores.
Valor de Referência Negativa
FENITOÍNA
Nome do exame: FENITOÍNA
Indicação Médica do Exame: Uso: monitoramento de níveis terapêuticos e toxicidade da droga. A fenitoína (difenilhidantoína) é uma droga indicada para o tratamento de quase todos os tipos de epilepsia. Na prática, pode ser difícil para o clínico prescrever uma dose de fenitoína para um paciente, uma vez que a droga exibe características farmacocinéticas não lineares e muito particulares, devido às grandes diferenças individuais nos parâmetros cinéticos. Assim, o monitoramento das concentrações séricas da droga é muito importante no estabelecimento do regime medicamentoso adequado de acordo com a condição clínica do paciente. A principal via de excreção da droga é pela eliminação renal de uma forma glucoronídeo e de para-hidroxi-fenil-hidantoína (HPPH).
Preparo do Paciente Jejum não necessário. Colher antes de uma das tomadas do medicamento (2 h antes) ou conforme orientação médica. Hemólise e lipemia podem atuar como interferentes
Tipos de amostra soro
Significado Clínico A fenitoína é hidroxilada no fígado e excretada na urina. A conversão a HPPH é realizada por uma via química saturável tanto que, eventualmente, mínimos incrementos na dosagem podem induzir a aumentos consideráveis nos níveis plasmáticos da fenitoína. Existe considerável volume de dados relativo a interações medicamentosas da fenitoína e outros medicamentos; os efeitos tóxicos são variados dependentes da concentração plasmática.
Valor de Referência Niveis terapeuticos :10,0 a 20,0 ug/mL
FENOBARBITAL
Nome do exame: FENOBARBITAL
Indicação Médica do Exame: Uso: monitoramento de níveis terapêuticos e toxicidade ao uso de barbitúricos. O fenobarbital é um depressor não seletivo do sistema nervoso central, utilizado primariamente como hipnótico e sedativo e como anticonvulsivante em doses sub-hipnóticas. Os efeitos e riscos associados ao fenobarbital são relativamente bem conhecidos; sabe-se que é imperativo manter níveis sanguíneos estritos no sentido de evitar toxicidade por superdosagem e assegurar adequada ação terapêutica.
Preparo do Paciente Jejum não necessário. Hemólise e lipemia podem atuar como interferentes. Colher antes de uma das tomadas do medicamento (2 h antes) ou conforme orientação médica.
Tipos de amostra soro
Significado Clínico O fenobarbital possui metabolismo hepático e excreção renal, podendo interagir com muitas drogas, alterando suas características farmacodinâmicas. O fenobarbital pode alterar o metabolismo da fenitoína, cloranfenicol, teofilina, anticoagulantes orais, ciclosporina e contraceptivos orais. Além disto, pode reduzir a concentração sérica e conseqüentemente o efeito de fenilbutazona, griseofulvina, doxiciclina, beta-bloqueadores, teofilina, corticosteróides, antidepressivos tricíclicos, quinidina, haloperidol, fenotiazina, ácido valpróico e cloranfenicol. O ácido valpróico, os salicilatos e a piridoxina podem aumentar as concentrações de fenobarbital.
Valor de Referência Niveis terapeuticos : 15,0 a 40,0 ug/mL
FENOL URINÁRIO
Nome do exame: FENOL URINÁRIO
Indicação Médica do Exame: Uso: indicador biológico de exposição ao fenol. Este método é útil na avaliação ocupacional de trabalhadores expostos aos três compostos acima citados. O principal metabólito do benzeno é o fenol. O fenol e o para-cresol ocorrem normalmente na urina. A faixa normal para níveis urinários de fenol para humanos não expostos a benzeno, fenol e para-cresol é inferior a 20 mg fenol/g creatinina (valor inferior ao índice máximo permitido).
Preparo do Paciente Não é necessário uso de conservante. Coletar urina no final da jornada de trabalho
Tipos de amostra urina do final da jornada de trabalho
Significado Clínico As amostras devem ser preferencialmente coletadas ao final do período de trabalho, sendo também indicadas amostras do início da jornada, sem exposição presumida.
Valor de Referência VR*: até 20,0 mg/g de creatinina.
FENOTIPAGEM DE ALFA 1 ANTITRIPSINA
Nome do exame: FENOTIPAGEM DE ALFA 1 ANTITRIPSINA
Indicação Médica do Exame: Uso: detecção de deficiências hereditárias na produção de alfa 1 antitripsina (A1AT), possíveis fatores para doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e doença hepática; diagnóstico de cirrose hepática e hepatite crônica ativa; investigação de enfisema, hepatite neonatal, cirrose juvenil, paniculite; marcador de fase aguda. Valores aumentados: gravidez normal, doenças pulmonares crônicas, edema angioneurótico hereditário, doenças gástricas, doenças hepáticas, doenças reumáticas, como marcador de fase aguda em processos inflamatórios inespecíficos com injúria tecidual, necrose, inflamação ou infecção.
Preparo do Paciente Não é necessário jejum, colher preferencialmente na segunda feira pela manhã. Enviar amostra em gelo seco.
Tipos de amostra soro
Significado Clínico Valores diminuídos: perda protéica severa, deficiência de A1AT (um dos mais freqüentes erros inatos do metabolismo, levando a desenvolvimento de enfisema de juvenil), hepatopatia colestática em bebês, cirrose familiar infantil, enfisema familiar, DPOC, cirrose hepática, hepatoma. Interferentes: contraceptivos orais.
Valor de Referência 100,0 a 190,0 mg/dL
Fenotipagem para linfócito B (CD19)
Nome do exame: Fenotipagem para linfócito B (CD19)
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente Não é necessário jejum. Necessário 5,0 mL de sangue total c/ EDTA.
Tipos de amostra sangue total com EDTA
Significado Clínico Significado Clinico : Monitoramento da população de linfocitos B em doenças autoimunes, imunodeficiências, infecções virais e em Sindromes linfoproliferativas
Valor de Referência CD19(%) Absoluto(/mm3)
FERRITINA
Nome do exame: FERRITINA
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico e avaliação de anemias ferroprivas; diagnóstico e avaliação de hemocromatoses; marcador de fase aguda. Em condições normais, cerca de 20% do ferro corporal está reversivelmente ligado a ferritina, em uma forma de estoque intracelular de ferro. O restante se encontra livre ou ligado a hemoglobina, mioglobina, transferrina ou enzimas. A ferritina apresenta um PM de 450 kD e está localizada em vários tecidos como fígado, baço, medula óssea e intestino. Uma única molécula de ferritina pode abrigar até 4000 átomos de ferro, por conexão com resíduos hidroxifosfato. A molécula não ligada ao ferro é conhecida como apoferritina. Em casos de necessidade de ferro, este pode ser prontamente disponibilizado da ferritina para uso metabólico. A molécula pode ser encontrada intracelularmente e na corrente sanguínea, sendo um excelente parâmetro para avaliar os estoques de ferro. A determinação da ferritina é um importante parâmetro para o diagnóstico e acompanhamento terapêutico de processos ferroprivos. Um balanço negativo do ferro (menor oferta do que consumo) diminui os valores da ferritina sérica. Valores inferiores a 12,0 ng/mL são associados a estados clínicos de deficiência de ferro. Durante a terapia de reposição de ferro, os valores indicam o sucesso terapêutico.
Preparo do Paciente Jejum não necessário
Tipos de amostra soro
Significado Clínico A determinação é indicada para grupos de risco como doadores de sangue, gestantes, hemodialisados e crianças. Pacientes anêmicos não ferroprivos tratados empiricamente com ferro ou pacientes geneticamente predispostos podem desenvolver processos de hemocromatose ou siderose secundária, com valores muito elevados. Pacientes em vigência de processo inflamatório (sobretudo crônico) podem apresentar valores elevados (a ferritina funciona como proteína de fase aguda, aumentando em níveis). Doença hepática aguda também pode estar associada a níveis extremamente elevados de ferritina, assim como uso de substâncias tóxicas ao fígado.
Valor de Referência Criança Menino Menina
FERRO SÉRICO
Nome do exame: FERRO SÉRICO
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico diferencial de anemias; diagnóstico de hemocromatose e hemosiderose. O ferro é um elemento essencial na manutenção da homeostase orgânica. A maioria do ferro corporal está ligada à porção heme da hemoglobina, bem como mioglobina, algumas enzimas que contém heme e outras proteínas que contém ferro. Uma porção importante do ferro está contida na ferritina e hemossiderina (principalmente na medula óssea, baço e fígado). Sua manutenção no organismo depende de etapas diversas de absorção, transporte, metabolismo e perda, em um complexo mecanismo de equilíbrio. Suas principais funções estão relacionadas à ligação com o oxigênio na hemoglobina, e outros heme-pigmentos. Outras funções estão associadas à condição de cofator enzimático e processos oxidativos. Sua avaliação é mais bem realizada em conjunto com dados clínicos e outras determinações laboratoriais como TIBC, ferritina, IST e outras.
Preparo do Paciente Jejum obrigatório. Hemólise e lipemia atuam como interferentes. A separação do soro deve ser imediata.
Tipos de amostra soro
Significado Clínico A seguir, alguns perfis patológicos associados ao ferro: - deficiência de ferro sem complicações (TIBC elevado, ferro diminuído, IST diminuído, ferritina diminuída, hemácias microcíticas e hipocrômicas); - anemia de doença crônica (TIBC diminuído ou normal, ferro diminuído, IST baixo ou normal, ferritina variável, na condição de marcador de fase aguda); - anemia sideroblástica (TIBC normal ou diminuído, ferro normal, saturação elevada); - anemia hemolítica (TIBC normal ou diminuído, ferro elevado, saturação elevada); - hemocromatose (TIBC variável, ferro elevado, saturação elevada, ferritina elevada); - depleção protéica (TIBC diminuído, ferro normal ou diminuído, ferritina variável); - doença hepática (TIBC variável, ferro elevado, ferritina elevada); - insuficiência renal com diálise (monitoramento difícil, resultados variáveis, dependentes especialmente da reposição de ferro parenteral e eritroproteína). Valores aumentados: hemosiderose, anemias hemolíticas, hepatites, necrose hepática aguda, hemocromatose, intoxicação com ferro, transfusões sanguíneas. Valores aumentados (TIBC): deficiência de ferro, uso de contraceptivos orais, gravidez. Valores diminuídos: deficiência dietética de ferro, perda sanguínea crônica, defeitos na absorção entérica do ferro, processos inflamatórios crônicos ou agudos. Valores diminuídos (TIBC): hipoproteinemia, estados inflamatórios diversos.
Valor de Referência 35,0 a 150,0 ug/dL
FERRO SÉRICO - TIBC
Nome do exame: FERRO SÉRICO - TIBC
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente Jejum obrigatório. A hemólise pode atuar como interferente. A separação do soro deve ser imediata.
Tipos de amostra soro
Significado Clínico Ver Ferro Sérico
Valor de Referência Ferro sérico : 35,0 a 150,0 ug/dL
FERRO URINÁRIO
Nome do exame: FERRO URINÁRIO
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico diferencial de anemias; diagnóstico de hemocromatose e hemosiderose. O ferro é um elemento essencial na manutenção da homeostase orgânica. A maioria do ferro corporal está ligada à porção heme da hemoglobina, bem como mioglobina, algumas enzimas que contém heme e outras proteínas que contém ferro. Uma porção importante do ferro está contida na ferritina e hemossiderina (principalmente na medula óssea, baço e fígado). Sua manutenção no organismo depende de etapas diversas de absorção, transporte, metabolismo e perda, em um complexo mecanismo de equilíbrio. Suas principais funções estão relacionadas à ligação com o oxigênio na hemoglobina, e outros heme-pigmentos. Outras funções estão associadas à condição de cofator enzimático e processos oxidativos. Sua avaliação é mais bem realizada em conjunto com dados clínicos e outras determinações laboratoriais como TIBC, ferritina, IST e outras.
Preparo do Paciente Coletar urina de 24 horas. Enviar uma aliquota com a informação de volume total.
Tipos de amostra urina 24 horas
Significado Clínico A seguir, alguns perfis patológicos associados ao ferro: - deficiência de ferro sem complicações (TIBC elevado, ferro diminuído, IST diminuído, ferritina diminuída, hemácias microcíticas e hipocrômicas); - anemia de doença crônica (TIBC diminuído ou normal, ferro diminuído, IST baixo ou normal, ferritina variável, na condição de marcador de fase aguda); - anemia sideroblástica (TIBC normal ou diminuído, ferro normal, saturação elevada); - anemia hemolítica (TIBC normal ou diminuído, ferro elevado, saturação elevada); - hemocromatose (TIBC variável, ferro elevado, saturação elevada, ferritina elevada); - depleção protéica (TIBC diminuído, ferro normal ou diminuído, ferritina variável); - doença hepática (TIBC variável, ferro elevado, ferritina elevada); - insuficiência renal com diálise (monitoramento difícil, resultados variáveis, dependentes especialmente da reposição de ferro parenteral e eritroproteína). Valores aumentados: hemosiderose, anemias hemolíticas, hepatites, necrose hepática aguda, hemocromatose, intoxicação com ferro, transfusões sanguíneas. Valores aumentados (TIBC): deficiência de ferro, uso de contraceptivos orais, gravidez. Valores diminuídos: deficiência dietética de ferro, perda sanguínea crônica, defeitos na absorção entérica do ferro, processos inflamatórios crônicos ou agudos. Valores diminuídos (TIBC): hipoproteinemia, estados inflamatórios diversos
Valor de Referência Até 600,0 mcg/24 horas
FIBRINOGÊNIO
Nome do exame: FIBRINOGÊNIO
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico de hipofibrinogenemias ou afibrinogenemias primárias ou secundárias; diagnóstico de coagulação intravascular disseminada; marcador de fibrinólise. O fibrinogênio é uma das proteínas predominantes do plasma. Trata-se de uma glicoproteína sintetizada no fígado, possui 341kD, sendo a proteína precursora do coágulo de fibrina. Na eletroforese, o fibrinogênio se apresenta como uma banda situada entre as globulinas beta e gama. Forma o coágulo de fibrina quando ativado pela trombina. Neste caso, é praticamente removido no processo de coagulação e não é visto no soro (apenas no plasma com anticoagulantes). Além destas propriedades, o fibrinogênio é uma das proteínas de fase aguda, encontrando-se marcadamente elevado durante a fase aguda de processos inflamatórios (é um dos componentes que mais afetam o VHS). Valores aumentados: uso de contraceptivos orais, uso de anticoagulantes, stress, trauma, infecção, inflamação, neoplasias, gravidez e períodos pós-operatórios.
Preparo do Paciente Jejum obrigatório. Coletar sangue com citrato.Separar o plasma e congelar, caso não seja realizado no mesmo dia
Tipos de amostra plasma citratado
Significado Clínico Valores diminuídos: afibrinogenemia/hipofibrinogenemia hereditária, coagulação intravascular, fibrinólises, doença hepática, uso de terapia fibrinolítica com uroquinase ou estreptoquinase. É possível o encontro de níveis diminuídos por artefato de coleta (especialmente em coletas difíceis), por coagulação indevida.
Valor de Referência 1,8 a 3,5 g/L
FIBRONECTINA
Nome do exame: FIBRONECTINA
Indicação Médica do Exame: Uso : Uma diminuição das concentrações de fibronectina no plasma pode aparecer em casos de choque, nas infecções graves como septicemia, na cirrose do fígado, deficiência laimentar, queimaduras, coagulação intravascular dissminada (CIVD), pancreatite aguda, assim como traumatismos e intervenções cirúrgicas importantes. A diminuição relativa da concentração constitui um índice de gravidade da coença, e um aumento da concentração é considerado como favorável para o prognóstico. Um aumento da concentração plasmática da fibronectina na mulher, constitui um indicador de risco de pré-eclampsia(1).
Preparo do Paciente Jejum de 4 horas
Tipos de amostra soro
Significado Clínico A determinação da fibronectina no líquido ascítico é utilizada para diferenciar uma orgim maligna de uma origem benigna (2). SANDBERG L. ; VAN REKEN D. ; WAIWAIKU K. ; MARTIN-YEBOAH P. ; WEISS C. ; UPDEGRAFF V. ; HANSON A. ; SCHLEMAN M. ; LODHIA B.Plasma fibronectin levels in acute and recovering malnourished children.Clinical physiology and biochemistry, vol. 3, no5, pp. 257-264,1985
Valor de Referência 250 a 400 mg/dL
FIBROSE CÍSTICA - Pesquisa da mutação F508
Nome do exame: FIBROSE CÍSTICA - Pesquisa da mutação F508
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente Coletar sangue total com EDTA.
Tipos de amostra sangue total com EDTA
Significado Clínico Uso: diagnóstico de fibrose cística; identificação de portadores de defeito no gene da fibrose cística; diagnóstico pré-natal. A fibrose cística é uma doença genética que causa problemas de absorção nos recém-nascidos e nas crianças, sendo responsável por anormalidades na secreção do muco, disfunção pancreática, problemas hepáticos, anormalidades da genitália masculina e insuficiência respiratória, dentre outras disfunções
Valor de Referência Ausência da mutação Delta F508
FILARIOSE - Sorologia
Nome do exame: FILARIOSE - Sorologia
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente Coletar soro. A coleta deve ser realizada preferencialmente entre às 00:00 e às 03:00h da manhã ou das 06:00 às 08:00h
Tipos de amostra soro
Significado Clínico Uso: diagnóstico da filariose. A filariose é uma doença comum nas áreas urbanas no sul da Ásia, transmitida pelo mosquito Culex. A microfilária mede 245-295 um, com forma facilmente visualizada em microscopia comum, (corada pelo Giemsa), especialmente se a coleta for realizada à noite (entre 0:00 e 3:00 horas). Pode ser corada pela acridina orange (examinada por microscopia de fluorescência), apresentando uma morfologia característica, com núcleo na cauda.
Valor de Referência Filariose Sorologia
FLUORETOS
Nome do exame: FLUORETOS
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente Coletar urina no último dia da jornada de trabalho e enviar refrigerada.
Tipos de amostra urina
Significado Clínico Uso: avaliação de toxicidade por fluoreto. O fluoreto é um composto adicionado a pastas de dente e em alguns centros de distribuição de água potável, com a intenção de diminuir a incidência de cáries na população (porém, causando certa controvérsia). Alguns inseticidas são ricos em fluoreto. Sua meia vida plasmática é de 2-9 horas. A intoxicação se dá geralmente por ingestão. Os sintomas são variados e inespecíficos, e sabe-se que altas doses (5-10g) podem ser imediatamente letais.
Valor de Referência VR*: até 0,5 mg/g de creatinina.
FOLATO ERITROCITÁRIO
Nome do exame: FOLATO ERITROCITÁRIO
Indicação Médica do Exame: Uso: detecção de deficiência de folato (condição inibitória da síntese de DNA desencadeadora de anemia megaloblástica) em gestantes, usuários de medicamentos inibidores do folato e pacientes com síndromes malabsortivas (doença celíaca, doença de Crohn, outras); monitoramento de terapia com folato. Os folatos atuam como cofatores em reações de transferência. Geralmente absorvidos no trato gastrointestinal, provenientes diretamente da dieta ou a partir de folato sintetizado por bactérias intraintestinais, sua deficiência causa um quadro hematológico quase indistinguível do causado pela deficiência de vitamina B12, estando associada à diminuição da capacidade de síntese protéica e divisão celular
Preparo do Paciente Jejum não necessário
Tipos de amostra sangue total com EDTA
Significado Clínico A principal manifestação clínica da deficiência de folato é anemia megaloblástica. Valores aumentados: dieta vegetariana, deficiência de vitamina B12, neoplasias. Valores diminuídos: deficiência primária de folato dietético, hipertireoidismo, anemia perniciosa, alcoolismo, má nutrição, doenças hepáticas, deficiência de vitamina B12, hemodiálise crônica, doença celíaca adulta, anemia hemolítica, carcinomas, mielofibroses, gravidez. Interferentes: hemólise, lipemia, exposição à luz, anticonvulsivantes, metotrexato, colchicina, estrogênios, contraceptivos orais, álcool, ácido aminosalicílico, ampicilina, cloranfenicol, eritromicina, lincomicina, penicilina, tetraciclinas.
Valor de Referência 145 a 590 ng/mL
FOSFATASE ALCALINA
Nome do exame: FOSFATASE ALCALINA
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico diferencial de hepatopatias e icterícias obstrutivas; diagnóstico de doenças ósseas; diagnóstico do metabolismo mineral. A fosfatase alcalina é uma enzima da família das zinco-metaloproteínas e tem como função retirar um fosfato terminal de um éster fosfatado orgânico. Esta enzima funciona otimamente em um ambiente alcalino. Possui cinco isoenzimas (óssea, hepática, intestinal, placentária e Regan), que aumentam durante os períodos de crescimento, doença hepática e obstrução do ducto biliar. A atividade intestinal ocorre somente em indivíduos de grupo sanguíneo tipo O ou A. Ocorrem aumentos fisiológicos no crescimento e na gravidez.
Preparo do Paciente Jejum não obrigatório. Hemólise pode atuar como interferente.
Tipos de amostra soro
Significado Clínico Valores aumentados: crescimento ósseo, cicatrização de fraturas, acromegalia, sarcoma osteogênico, metástases hepáticas ou ósseas, leucemia, mielofibroses, raquitismo ou osteomalacia, hipervitaminose D, Doença de Paget, hipertireoidismo, hiperparatireoidismo, pseudo-hiperparatireoidismo, ingestão crônica de álcool, obstrução biliar, cirrose, síndrome de Gilbert, hepatites, diabetes mellitus, citomegalovirose, câncer gástrico, câncer do cólon, câncer de fígado, câncer do pâncreas, câncer de pulmão, câncer ósseo, câncer de mama, pneumonias virais, abscessos hepáticos, colecistites, colangites, obstrução biliar extra-hepática. Valores diminuídos: doença de Whipple, hipotireoidismo, doença de Zollinger-Ellison, desnutrição protéica, deficiência de vitamina C, osteodistrofia renal.
Valor de Referência Idade : Mulheres (U/L) : Homens (U/L)
FOSFATASE ALCALINA - FRAÇÃO ÓSSEA
Nome do exame: FOSFATASE ALCALINA - FRAÇÃO ÓSSEA
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente Coletar em tubo sem anticoagulante, separar o soro e enviar.
Tipos de amostra soro
Significado Clínico Uso: diferenciação entre patologias hepáticas e ósseas que condicionam aumento na fosfatase alcalina; acompanhamento de doenças ósseas. A atividade sérica da fosfatase alcalina total é devida à ação de várias isoenzimas. Cada perfil de isoenzimas sugere uma localização de sua liberação. Valores aumentados: problemas hepáticos ou ósseos. A determinação da atividade da isoenzima óssea é importante para o monitoramento de patologias ósseas (principalmente patologias malignas).
Valor de Referência Fosfatase alcalina - Fração Óssea
FOSFATASE ALCALINA - ISOENZIMAS
Nome do exame: FOSFATASE ALCALINA - ISOENZIMAS
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente Coletar em tubo sem anticoagulante, separar o soro e enviar.
Tipos de amostra soro
Significado Clínico .
Valor de Referência Mulher Homem Criança
FOSFATASE ALCALINA EM LEUCÓCITOS
Nome do exame: FOSFATASE ALCALINA EM LEUCÓCITOS
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico diferencial de doenças mieloproliferativas crônicas. Valores aumentados: neutrofilias, reações leucemóides, policitemia vera, mielofibrose com metaplasia mielóide.
Preparo do Paciente Coletar sangue total com EDTA, enviar juntamente mais 3 lâminas com esfregaço de sangue sem anticoagulante. Enviar o resultado do Leucograma.
Tipos de amostra sangue total com EDTA + 3 lâminas (esfregaço) sem anticoagul
Significado Clínico Valores diminuídos: leucemia mielóide crônica, hemoglobinúria paroxística noturna, mielofibrose com metaplasia mielóide (alguns casos).
Valor de Referência 20,0 a 40,0
FOSFATASE ÁCIDA PROSTÁTICA
Nome do exame: FOSFATASE ÁCIDA PROSTÁTICA
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico de carcinoma prostático e hiperplasia prostática benigna (em desuso). O termo fosfatase ácida se refere a um grupo de enzimas hidrolíticas de função catalítica similar em fosfomonoésteres, em meio ácido, o que a diferencia da fosfatase alcalina. Suas principais fontes orgânicas são: próstata, osso, fígado, baço, rins, eritrócitos e plaquetas. A próstata é a fonte mais rica de fosfatase ácida na forma da isoenzima fosfatase ácida prostática.
Preparo do Paciente Colher sangue e separar o soro imediatamente. O soro deve ser acidificado logo após a separação (adição de 0.01 mL de ácido acético a 20% a cada 1 mLde soro).
Tipos de amostra soro
Significado Clínico Outrora utilizada como marcador tumoral para próstata, esta determinação não é mais justificada devido a sua baixa sensibilidade e mau desempenho diagnóstico, quando comparada à determinação do PSA.
Valor de Referência Fosfatase acida total
FOSFATASE ÁCIDA TOTAL
Nome do exame: FOSFATASE ÁCIDA TOTAL
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico, acompanhamento e monitoração terapêutica de câncer de próstata. A fosfatase ácida é um grupo de enzimas localizadas principalmente na próstata e suas secreções. Pequenas quantidades podem ser encontradas na medula óssea, baço, fígado, rins, hemácias e plaquetas. Possui duas isoenzimas: a prostática e a eritrocitária.Uso: diagnóstico, acompanhamento e monitoração terapêutica de câncer de próstata. A fosfatase ácida é um grupo de enzimas localizadas principalmente na próstata e suas secreções. Pequenas quantidades podem ser encontradas na medula óssea, baço, fígado, rins, hemácias e plaquetas. Possui duas isoenzimas: a prostática e a eritrocitária.
Preparo do Paciente Jejum não obrigatório. Hemólise pode atuar como interferente. A amostra é estável por 6 - 8horas após a centrifugação. Congelar se necessário para períodos maiores. Pode-se usar um conservante como por exemplo 0,01mL de ácido acético para cada 1ml de soro
Tipos de amostra soro
Significado Clínico Valores aumentados: câncer de próstata, hiperplasia prostática benigna, pós-cirúrgico de próstata ou trauma prostático, manipulação prostática, infartamento prostático, fraturas ósseas, metástases ósseas, doença de Gaucher, leucemia das células cabeludas (hair cells), hepatites virais, hiperparatireoidismo, púrpura trombocitopênica idiopática, icterícias obstrutivas, cirrose de Laënnec, leucemias mielocíticas, mieloma múltiplo, osteogênese imperfeita, doença de Paget, trombocitose, tromboflebite e uso de esteróides anabolizantes. Valores diminuídos: sem significado clínico
Valor de Referência Fosfatase acida total
FOSFOLIPÍDIOS
Nome do exame: FOSFOLIPÍDIOS
Indicação Médica do Exame: Uso: avaliação de doença hepática obstrutiva, abeta ou hipobetalipoproteinemia, doença de Tangier, deficiência de LCAT. Os fosfolipídios são importantes componentes da membrana celular. Geralmente são resultado de conjugação de dois ácidos graxos com um glicerol fosforilado.
Preparo do Paciente Jejum obrigatório
Tipos de amostra soro
Significado Clínico Diferentes composições resultam em diferentes compostos, como lecitinas, esfingomielinas (que não contém glicerol), cefalinas, etc. Valores aumentados: doenças obstrutivas hepáticas, deficiência de LCAT. Valores diminuídos: abeta ou hipobetalipoproteinemia, doença de Tangier.
Valor de Referência 100,0 a 300,0 mg/dL
FÓSFORO URINÁRIO - 24h
Nome do exame: FÓSFORO URINÁRIO - 24h
Indicação Médica do Exame: Uso: avaliação do metabolismo excretor do fósforo. O metabolismo do fósforo depende de um balanço entre ingestão, troca celular/extracelular/óssea e excreção/reabsorção renal, de modo balanceado e multifatorial (ver Fósforo).
Preparo do Paciente Usar como conservante HCl 50% 20mL/L de urina. Manter a urina em local fresco durante a coleta. Enviar uma aliquota de urina juntamente com a informação do volume urinário total das 24horas
Tipos de amostra urina 24 horas
Significado Clínico Valores aumentados: hiperparatireoidismo, deficiência de vitamina K, acidose tubular renal, uso de diuréticos, síndrome de Fanconi, osteomalacia. Valores diminuídos: hipoparatireoidismo, pseudohipoparatireoidismo, intoxicação por vitamina K.
Valor de Referência 0,40 a 1,3 g/24 h
FÓSFORO URINÁRIO - Amostra isolada
Nome do exame: FÓSFORO URINÁRIO - Amostra isolada
Indicação Médica do Exame: Uso: avaliação do metabolismo excretor do fósforo. O metabolismo do fósforo depende de um balanço entre ingestão, troca celular/extracelular/óssea e excreção/reabsorção renal, de modo balanceado e multifatorial (ver Fósforo). Valores aumentados: hiperparatireoidismo, deficiência de vitamina K, acidose tubular renal, uso de diuréticos, síndrome de Fanconi, osteomalacia.
Preparo do Paciente .
Tipos de amostra urina
Significado Clínico Valores diminuídos: hipoparatireoidismo, pseudohipoparatireoidismo, intoxicação por vitamina K
Valor de Referência 40,0 a 150,0 mg/dL
FRAGILIDADE OSMÓTICA
Nome do exame: FRAGILIDADE OSMÓTICA
Indicação Médica do Exame: Uso: diagnóstico de anemias hemolíticas e esferocitose hereditária. Neste teste os eritrócitos do paciente são incubados em soluções salinas de diferentes tonicidades, para avaliar sua resistência ou fragilidade osmótica. Valores aumentados: esferocitose hereditária, anemias hemolíticas hereditárias não esferocíticas, anemias hemolíticas adquiridas (neoplasias, infecções, leucemias, gravidez, etc), doença hemolítica do recém-nato e queimaduras.
Preparo do Paciente Jejum obrigatório. Refrigerar a amostra. As células se mantém viáveis até 3-4 dias após a coleta.
Tipos de amostra sangue total c/ Heparina
Significado Clínico Valores diminuídos: anemias ferroprivas, recém-natos normais, talassemias, anemia falciforme, HbC, pós-esplenectomia, doença hepática e anemias megaloblásticas nutricionais.
Valor de Referência 0,10: 100%
FRUTOSAMINA
Nome do exame: FRUTOSAMINA
Indicação Médica do Exame: Uso: monitoramento do controle glicêmico em curto prazo (1-2 semanas); monitoramento de controle glicêmico em diabete gestacional. A glicose forma, por rearranjo de Amadori, glicoproteínas estáveis com muitas proteínas plasmáticas, sem a necessidade de reações enzimáticas. A albumina (proteína abundante e de meia vida curta - uma a duas semanas) também é alvo desta reação de glicação, resultando numa molécula conhecida como frutosamina. Sua determinação permite o conhecimento do status glicêmico do paciente nos últimos 15 dias, sendo, portanto, mais precocemente afetada por mudanças terapêuticas e dietéticas do que a hemoglobina glicosilada. Esta característica permite também que se utilize este marcador em quadros de diabetes gestacional, onde prazos maiores são de menor interesse, dada a transitoriedade da situação. Seu uso pode ser benéfico em casos de pacientes portadores de hemoglobinas anormais, o que pode dificultar a interpretação da HbA1c. Valores aumentados: episódios duradouros de hiperglicemia.
Preparo do Paciente Jejum obrigatório. Caso o exame não for realizado no mesmo dia refrigerar a amostra.
Tipos de amostra soro
Significado Clínico Valores diminuídos: bom controle glicêmico no período da quinzena anterior. Até o presente não há dados que associem frutosamina ou HbA1c ao diagnóstico de diabetes mellitus, e sim ao acompanhamento glicêmico.
Valor de Referência 205,0 a 285,0 umol/L
FRUTOSE
Nome do exame: FRUTOSE
Indicação Médica do Exame: Uso: avaliação da infertilidade masculina; avaliação da função espermática. A frutose e o ácido cítrico são compostos metabólicos essenciais para a função espermática. Suas dosagens avaliam a função da próstata e da vesícula seminal. A frutose é uma substância dependente de andrógenos, produzida nas vesículas seminais, e níveis diminuídos no esperma podem indicar ausência ou obstrução dos vasos deferentes ou vesículas seminais.
Preparo do Paciente O material deverá ser analisado até 4h após coleta. Não é necessário abstinência sexual. O envio de Laboratórios este material deverá ser transportado congelado
Tipos de amostra esperma
Significado Clínico O ácido cítrico é secretado pela próstata, e está ligado à capacidade de coagulação e liquefação seminal, além de potencializar atividade de enzimas como a hialuronidase. Níveis diminuídos podem estar associados a prostatites em geral.
Valor de Referência 2,0 a 4,6 mg/mL
FRUTOSE e ÁCIDO CÍTRICO
Nome do exame: FRUTOSE e ÁCIDO CÍTRICO
Indicação Médica do Exame: Uso: avaliação da infertilidade masculina; avaliação da função espermática. A frutose e o ácido cítrico são compostos metabólicos essenciais para a função espermática. Suas dosagens avaliam a função da próstata e da vesícula seminal.
Preparo do Paciente Não é necessário abstinência sexual. Enviar amostra congelada
Tipos de amostra esperma
Significado Clínico A frutose é uma substância dependente de andrógenos, produzida nas vesículas seminais, e níveis diminuídos no esperma podem indicar ausência ou obstrução dos vasos deferentes ou vesículas seminais. O ácido cítrico é secretado pela próstata, e está ligado à capacidade de coagulação e liquefação seminal, além de potencializar atividade de enzimas como a hialuronidase. Níveis diminuídos podem estar associados a prostatites em geral.
Valor de Referência Frutose : 2,0 a 4,6 mg/mL
FTA - ABS - Anticorpos IgG
Nome do exame: FTA - ABS - Anticorpos IgG
Indicação Médica do Exame: Uso: confirmação de resultados reagentes em testes não-treponêmicos no diagnóstico da sífilis; diagnóstico de sífilis tardia (mesmo com testes não-treponêmicos não reagentes). O uso de testes treponêmicos deve trazer mais especificidade à rotina diagnóstica; sua sensibilidade situa-se em torno de 80-90% em sífilis primária, >95% em sífilis secundária e terciária e 90-95% em sífilis tardia. Na maioria dos casos, a positividade permanece por toda a vida, embora alguns pacientes tornem-se não-reagentes com o passar dos anos. Este teste não é indicado para o seguimento terapêutico, uma vez que a variação em seus títulos não se correlaciona com a melhora clínica do paciente.
Preparo do Paciente Jejun não necessário. Coletar soro
Tipos de amostra soro
Significado Clínico O teste utilizando reagentes para a evidenciação de IgM pode ser útil no diagnóstico mais precoce de sífilis congênita. Os títulos IgG tendem a desaparecer em até 8 meses após o nascimento (a persistência nos títulos após este período pode ser interpretada como sífilis congênita). Em alguns casos de uveíte sifilítica, é possível o encontro de FTA-Abs reagentes com VDRL não reagentes. É possível a presença de falso-positivos, especialmente em quadros de doença do colágeno. Se a terapia é instituída em tempo anterior a soroconversão (no tempo da lesão inicial do cancro), estes pacientes resultarão não reagentes.
Valor de Referência Não reagente
FTA - ABS - Anticorpos IgG - Com Titulação
Nome do exame: FTA - ABS - Anticorpos IgG - Com Titulação
Indicação Médica do Exame: Uso: confirmação de resultados reagentes em testes não-treponêmicos no diagnóstico da sífilis; diagnóstico de sífilis tardia (mesmo com testes não-treponêmicos não reagentes). O uso de testes treponêmicos deve trazer mais especificidade à rotina diagnóstica; sua sensibilidade situa-se em torno de 80-90% em sífilis primária, >95% em sífilis secundária e terciária e 90-95% em sífilis tardia. Na maioria dos casos, a positividade permanece por toda a vida, embora alguns pacientes tornem-se não-reagentes com o passar dos anos. Este teste não é indicado para o seguimento terapêutico, uma vez que a variação em seus títulos não se correlaciona com a melhora clínica do paciente.
Preparo do Paciente Jejun não necessário. Coletar soro
Tipos de amostra soro
Significado Clínico O teste utilizando reagentes para a evidenciação de IgM pode ser útil no diagnóstico mais precoce de sífilis congênita. Os títulos IgG tendem a desaparecer em até 8 meses após o nascimento (a persistência nos títulos após este período pode ser interpretada como sífilis congênita). Em alguns casos de uveíte sifilítica, é possível o encontro de FTA-Abs reagentes com VDRL não reagentes. É possível a presença de falso-positivos, especialmente em quadros de doença do colágeno. Se a terapia é instituída em tempo anterior a soroconversão (no tempo da lesão inicial do cancro), estes pacientes resultarão não reagentes.
Valor de Referência Não reagente
FTA - ABS - Anticorpos IgM
Nome do exame: FTA - ABS - Anticorpos IgM
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente Jejum não necessário. Coletar soro
Tipos de amostra soro
Significado Clínico Ver FTA - ABS - Anticorpos IgG.
Valor de Referência Não reagente : ausência de anticorpos
FTA - ABS NEONATAL - Anticorpos IgM
Nome do exame: FTA - ABS NEONATAL - Anticorpos IgM
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio.
Tipos de amostra papel filtro - sangue
Significado Clínico Ver FTA - ABS - Anticorpos IgG.
Valor de Referência Não reagente
FUNGOS - Antifungigrama
Nome do exame: FUNGOS - Antifungigrama
Indicação Médica do Exame: Uso: determinação de resistência aos antifúngicos. Embora este não seja um teste rotineiramente empregado, dado o perfil de baixa mutação para resistências aos antifúngicos de leveduras, alguns casos refratários a tratamento podem justificar teste de susceptibilidade aos antifúngicos, a partir da cepa isolada.
Preparo do Paciente Enviar a cepa em meio de cultura.
Tipos de amostra diversos
Significado Clínico Os fungos dimórficos geralmente não apresentam perfis de resistência que justifiquem esta preocupação. As cepas isoladas são testadas em técnicas padronizadas (em termos de concentração inibitória e fungicida), contra os antifúngicos mais utilizados no mercado (anfotericina B, flucitosina, miconazol, cetoconazol e fluconazol).
Valor de Referência .
FUNGOS - Pesquisa
Nome do exame: FUNGOS - Pesquisa
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente Depende do material. Raspado de pele, unha, cabelo, secreções. Enviar em franco estéril
Tipos de amostra diversos
Significado Clínico Uso: diagnóstico de infecções fúngicas. A pesquisa é realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloração).
Valor de Referência Negativa
FUNGOS - Pesquisa nas fezes
Nome do exame: FUNGOS - Pesquisa nas fezes
Indicação Médica do Exame: .
Preparo do Paciente Coletar fezes e enviar 5 g sob refrigeração
Tipos de amostra fezes
Significado Clínico Uso: diagnóstico de infecções fúngicas. A pesquisa é realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloração).
Valor de Referência Negativa


Primeira     Última